sábado, 12 de novembro de 2016

Um quiroprático confuso
Não soube dizer meu nome
Se era bi
E como come
Mal pegou na minha mão
Minha virtude dentro da tua
Vitrola

                                    Eu perdi.
O amor é mântrico
Ele repete ele repete
Ele repete ele repete
elerepelerepelerepele
Alguma coisa que dissesse por mim
 Que me desse fôrma
Como um quadro claro
Que te despertasse por certeza

Uma palavra fria
Fome água
Amor

Mas poeira não dá trégua para
Olho aberto
Dá vento

Talvez se fossemos mais humanos
O amor morresse
 Numa brincadeira

“pq” subir naquele andar

Tirar a lâmpada


Toda gente é passageira
quem sabe nós
Agora mesmo o maior descompasso nos oculta
E não sabemos nada sobre o outro
E é uma dor esse segredo
Eu quero te ter guardado
Filha
Quando dissermos
Sempre sempre e nunca
Ninguem vai voltar