terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Amor não correspondido


O suicida jura amores à morte
 Que dele foge e se esconde
Corre confusa pra longe
Teme quem não teme a ela

A morte se sente confusa e perdida
Ela que é assustadora, poderosa e temida
Quando encontra alguém que a ame
 Não se sente seduzida

E o suicida suplica
Venha a mim oh morte que amo
 Me leve contigo morte que é vida
Em ti encontro a liberdade e a cura das feridas

E a morte calada fica e no escuro some
A morte nunca mata alguém que chama seu nome 

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