sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Carta negra

Presencio. Presenciei. Presenciarei.
Lutas abruptas, sangue, gentileza, sonhos de revolução. Aos novos tempos! Aos novos cep’s! Aos velhos vinhos ! Ás trágicas boas novas em arrojados orgulhos e livros e filmes, Deus me livre! Às vezes eu quero os extremos, morte, ressurreição. Mas eu amo meu coração, minha família. Meus antigos, meus novos amigos. Meus antigos, meus novos projetos. Meu antigo, meu novo jeito.
Isso sim é liberdade, meus caros. O sangue correndo, o peito pulsando, ar puro. Liberdade é nunca esquecer o caminho de casa. Liberdade é seguir em frente e abraçar sua história. É como cabelo penteado toda manhã antes da luta, ele se permite ser moldado pelo vento, sol, caminho.
Jamais esquecerei tudo que virá. Aos que lembram quem eu sou, eu não os esqueci. Aos que aqui estão eu abraço esse momento.
Presencio. Presenciei. Presenciarei.
Tudo muda, tudo fica, tudo passa. Tudo acontece nas idas e vindas da luta. Triste é não se permitir.




Nenhum comentário:

Postar um comentário