corpo sutil de poesia para entreter
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Endereço
Ele, dezessete, um coisa nenhuma.
Ela, quinze, coisa mais nenhuma ainda.
Não sabiam.
Engravidaram.
Amancebaram-se.
Moram lá,
Um quarteirão depois do quinto dos infernos
Quase esquina com o fim do mundo.
Desde aquele dia:
Três coisinhas nenhumas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário