João,
bom amigo e, acima de tudo, um escritor nato. Soube disso quando
ainda aos doze que tínhamos nós dois, fiz-lhe um visita para
trocarmos figurinhas. Sua mãe aflita porém cheia de candura me
entregando um bonito pedaço de bolo doce e marrom, me apertou com os
olhos e:
-
Conversa com esse menino, Mateus! Já vai passando do centésimo
romance que ele me encerra só esse mês.
Todo
orgulhoso do amigo que tinha, pus-me nos mesmos caprichos.
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