quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Confissões de uma Marta entre ramos de flores azuis

"Teu longínquo nome em minhas longínquas orelhas. Teu cheiro que vem-me suave por entre os ares urbanos. E nas noites, vivos, cantamos longínquas confissões. Que tempos longínquos, alcancemos! Querido, não me mate se não estiver tão morto quanto eu."

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